Olá a Todos! Me chamo Paula. Me proponho a escrever este blog com o intuito de registrar algumas reflexões que me são pertinentes, e que talvez sejam pertinentes a alguém. Bem, primeiro tenho que falar que sempre estou atrasadíssima com relação a algumas "trends". Gostaria muito de ter tempo pra digerir a velocidade cultural que vêm de todas as formas, mas não tenho essa disponibilidade toda devido a compromissos. Mas uma série que comecei a assistir essa semana e que muito me interessou foi a Black Mirror, do netflix. A série é fantastica, mas não vou perder mito tempo falando dela. até porque estou conhecendo ainda (atrasada? SIIIIM!), mas vou falar de um capítulo em especial, que se chama "Quinze Milhões de Méritos" temporada 1, ep 2. **Texto com spoilers pra quem ainda não assistiu hahahaha**
Quando comecei a ver este episódio, achei arrastadíssimo. Primeiro não fica claro onde os personagens estão, que é uma espécie de outra dimensão/matrix/show de talentos/BBB ou algo do tipo. As pessoas levam a vida confinadas e tem todo tipo de entretenimento possível. Claramente me parecem monitoradas e levam a vida dessa forma. Muitas vezes sem se questionar. Ingerem todo tipo de entretenimento, as vezes podendo escolher ou não o que devem assistir ou não, devido uma política de "méritos" , que são ganhados com atividades como andas de bicicleta ou jogar algum jogo (e tipo de moeda que me lembrou muitíssimo o "bitcoin"): se tem muitos méritos, pode passar algum programa desagradável, ou se não tem, assiste tudo aquilo. Ao que parece, os personagens não vêem essa situação como natural, mas são condicionadas a tal.

Já em 1984, os personagens são governados por um partido que os monitora dia e noite através das Teletelas. Até que uma pessoa se questiona, que nesse caso é Winston Smith (não sei se o autor quis fazer alguma alusão a Churchill e a Adam Smith, mas talvez até isso seja viagem minha). Tal Winston trabalha no Ministério da Verdade, que tem por principal atividade manipular informações a favor do Partido. De resto, por favor leiam esta obra, que é magnífica. (hahahaha)

Quanto a minha análise, e além de achar George Orwell atualíssimo, compreendo que apenas o pensamento humano e a revolta potencial de pensamento pode gerar mudança no impacto que a internet e consumo têm na vida das pessoas. Onde apenas a aparência, que é uma sombra do real é tida como verdade, ou como a quantidade de likes em alguma outra rede social pode alienar quanto ser objeto de mudança de percepção e criticidade. Talvez este seja o começo de uma nova percepção, ou talvez não. Talvez fiquemos de frente pra nossas teletelas e vendo a humanidade caminhar em círculos.
Não sei se cheguei a alcançar o que gostaria de dizer, mas aqui vai uma provocação:
Provocação 1: É uma saída só observar e ver no que isso tudo vai dar, ou pensar de uma forma a abstrair o que existe no entorno para dar luz a algum tipo de esclarecimento?
Provocação 2: Duvide de tudo que existe. Até de nossa existência.
Provocação 3: Segue um vídeo de uma das personagens cantando uma música propositalmente maravilhosa no episódio:
(Aviso: Sou uma pessoa aberta a todo tipo de comentário, mas segundo o que vejo pela internet, vamos usar um pouco de bom senso. Neste blog vou escrever sobre qualquer coisa, do popular ao refinado. Pode ser que você veja algo relacionado a qualquer coisa aqui. A questão é não fazer sentido.)
Obrigada e até!

Já em 1984, os personagens são governados por um partido que os monitora dia e noite através das Teletelas. Até que uma pessoa se questiona, que nesse caso é Winston Smith (não sei se o autor quis fazer alguma alusão a Churchill e a Adam Smith, mas talvez até isso seja viagem minha). Tal Winston trabalha no Ministério da Verdade, que tem por principal atividade manipular informações a favor do Partido. De resto, por favor leiam esta obra, que é magnífica. (hahahaha)

Quanto a minha análise, e além de achar George Orwell atualíssimo, compreendo que apenas o pensamento humano e a revolta potencial de pensamento pode gerar mudança no impacto que a internet e consumo têm na vida das pessoas. Onde apenas a aparência, que é uma sombra do real é tida como verdade, ou como a quantidade de likes em alguma outra rede social pode alienar quanto ser objeto de mudança de percepção e criticidade. Talvez este seja o começo de uma nova percepção, ou talvez não. Talvez fiquemos de frente pra nossas teletelas e vendo a humanidade caminhar em círculos.
Não sei se cheguei a alcançar o que gostaria de dizer, mas aqui vai uma provocação:
Provocação 1: É uma saída só observar e ver no que isso tudo vai dar, ou pensar de uma forma a abstrair o que existe no entorno para dar luz a algum tipo de esclarecimento?
Provocação 2: Duvide de tudo que existe. Até de nossa existência.
Provocação 3: Segue um vídeo de uma das personagens cantando uma música propositalmente maravilhosa no episódio:
(Aviso: Sou uma pessoa aberta a todo tipo de comentário, mas segundo o que vejo pela internet, vamos usar um pouco de bom senso. Neste blog vou escrever sobre qualquer coisa, do popular ao refinado. Pode ser que você veja algo relacionado a qualquer coisa aqui. A questão é não fazer sentido.)
Obrigada e até!
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